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segunda-feira, 24 de junho de 2013
Vamos mudar poucas coisas, que farão grande diferença!
COMPARTILHE E ESTIMULE HÁBITOS SAUDÁVEIS À TODOS SEUS AMIGOS!
segunda-feira, 17 de junho de 2013
ESTILO DE VIDA, SABORES E ESCOLHAS

Cada vez mais estudos provam que dietas restritrivas para emagrecimento
rapido são pouco eficazes a longo prazo, e não é só pelo problema da
falta de força de vontade dos que acabam desistindo. Um estudo de 2011
indicou que privar-se de comida pode alterar os níveis de hormônios que
controlam o apetite, embaralhando nossos compassos biologicos e nos
fazendo comer ainda mais. Além disso, tem sido mostrado que estes tipos de dieta acabam por exacerbar uma "resposta emocional ao alimento".
O maior sonho de todo nutricionista certamente, é fazer com que seus pacientes aprendam a apreciar mais as alternativas saudáveis que as “tranqueirinhas”. Sempre escuto pacientes dizerem que a gordurinha do churrasco, a cerveja ou a pizzazinha do final de semana com refrigerante são um dos maiores prazeres da vida, seria possivel mudar este conceito?
Sabemos que a maioria das nossas escolhas alimentares são adquiridas ao longo da vida pela experimentação, ou seja, aprendemos a gostar, com as exceções do gosto inato para doce e o desgosto para o amargo. Ainda há duvidas sobre a preferência inata pelo sabor umami (não conhece? Clique no link no final deste texto), e há um debate polemico em relação ao sabor da “gordura”. Mas, fora isso, como estamos trantando de alimentos de uma forma geral, vamos supor que a maioria das preferências são aprendidas ao longo da vida.
As nossas preferencias alimentares podem ser adquiridas ou aprendidas de varias maneiras, uma delas é pelo “sabor coadjuvante”, que seria uma forma de condicionamento pavloviano. Por exemplo, se você bebe refrigerante, em um primeiro momento você acaba gostando por causa da sua preferencia inata pelo sabor adocicado. E então, quanto mais você bebe, mais você vai apreciando e tomando gosto pelos outras caracteristicas gustativas daquela determinada bebida (um exemplo é a estrategia das industrias de cigarro para ganhar novos consumidores, vendem tambem cigarros com sabor).
Um estudo de 2006, mostrou que o este tipo de condicionamento, ou aprendizagem de “sabor coadjuvante” pode ajudar as crianças a gostarem de legumes e verduras, demonstrando resultados animadores. No estudo, depois de serem alimentadas com brócolis adoçado, as crianças passaram a gostar do brócoli comum (sem açucar).
Outra forma de preferência por aprendizagem vem da sinalização fisiologica positiva após ingestão. Voltando ao exemplo do refrigerante, a glucose/açúcar envia uma mensagem positiva para o cérebro, porque essa é a sua principal fonte de energia. Mas você pode obter uma mensagem semelhante após consumir alimentos mais nutritivos. Dai, comer um prato com file de frango, arroz integral e brocolis pode vir a ser “um dos maiores prazeres da vida”. Mas essa mundança é demorada e precisa persistir para senti-la.
Tabém podemos gostar de determinados alimentos pela exposição repetida. Ao nos expormos repetidamente a praticamente qualquer tipo de estímulo, adquirimos uma familiaridade que gera o oposto do desprezo. Um estudo de 2010 mostrou que a degustação repetida por legumes fez com que um grupo de crianças passasse a gostar deles. E eu acredito que os mesmos métodos funcionem com adultos, mesmo sem ter encontrado um estudo semelhante com adultos.
Outra fator que podemos mudar é em relação ao nosso “limiar de paladar”, pois nós temos diferentes limites de satisfação com sabores. Estes limites podem ser determinados por um fator fisiológico (diferenças individuais de números e funcionamento de nossas papilas gustativas) tornando-nos mais ou menos sensíveis aos gostos, mas também com o tempo podemos nos acostumar com determinados níveis de doçura e salinidade. Por exemplo, se você tem o costume de toda vez bater o saleiro por cima da comida ja temperada, quando for experimentar uma dieta hipossódica vai achar a comida “sonsa”, por isso é muito relativo.
Eu por exemplo já cortei o açúcar da dieta, e hoje em dia não consigo mais comer meia colher de brigadeiro que já acho enjoativo.
As industrias de alimentos estão enfrentando a necessidade de reduzir o sal, açúcar e gordura de seus produtos, e as mais inteligentes já tem feito isso por conta própia de forma gradual já há algum tempo, pois o que acontece se você fizer isso de repente? As pessoas não iriam gostar mais de seus produtos. Mas executando a mesma mudança de forma gradual a longo prazo é possivel haver uma adaptação.
E para finalizar, não podia deixar de falar do problema de tempo e disposição, já que nosso estilo de vida moderno, correria do dia a dia, deixamos de parar pra pensar e escolher opções mais nutritivas, e acabamos optando, sem perceber, por opcões rapidas e de elevado teor calorico. A comida e nossas refeições, tornaram-se mais uma “problema” que temos que resolver. A solução é mudança de habitos, planejamento, saber escolher os alimentos, criando um ambiente em que acabamos comendo melhor e isso reflita em nossa sensaçao de bem estar e prazer, virando modo de vida e uma “dependencia”.
Uma forma é deixar disponiveis apenas opções saudáveis ao nosso alcance, preparando receitas saudaveis que podem ser congeladas e usadas durante toda a semana.
MUDAR NOSSOS HÁBITOS, NOSSA ROTINA.
Referencias:
• Sabor umami: http://exame.abril.com.br/ ciencia/noticias/ cientistas-identificam-o-um ami-como-um-quinto-sabor-e ncontrado-em-alguns-alimen tos-e-temperos
• Estudo de 2006: http://eetonderzoek.nl/ publikaties/ havermans_en_jansen_appetit e2007.pdf
• Estudo de 2010:
http:// www.ncbi.nlm.nih.gov/ pubmed/20541572
• Estudo de 2011 pras referencia http://www.nejm.org/doi/ full/10.1056/NEJMoa1105816
O maior sonho de todo nutricionista certamente, é fazer com que seus pacientes aprendam a apreciar mais as alternativas saudáveis que as “tranqueirinhas”. Sempre escuto pacientes dizerem que a gordurinha do churrasco, a cerveja ou a pizzazinha do final de semana com refrigerante são um dos maiores prazeres da vida, seria possivel mudar este conceito?
Sabemos que a maioria das nossas escolhas alimentares são adquiridas ao longo da vida pela experimentação, ou seja, aprendemos a gostar, com as exceções do gosto inato para doce e o desgosto para o amargo. Ainda há duvidas sobre a preferência inata pelo sabor umami (não conhece? Clique no link no final deste texto), e há um debate polemico em relação ao sabor da “gordura”. Mas, fora isso, como estamos trantando de alimentos de uma forma geral, vamos supor que a maioria das preferências são aprendidas ao longo da vida.
As nossas preferencias alimentares podem ser adquiridas ou aprendidas de varias maneiras, uma delas é pelo “sabor coadjuvante”, que seria uma forma de condicionamento pavloviano. Por exemplo, se você bebe refrigerante, em um primeiro momento você acaba gostando por causa da sua preferencia inata pelo sabor adocicado. E então, quanto mais você bebe, mais você vai apreciando e tomando gosto pelos outras caracteristicas gustativas daquela determinada bebida (um exemplo é a estrategia das industrias de cigarro para ganhar novos consumidores, vendem tambem cigarros com sabor).
Um estudo de 2006, mostrou que o este tipo de condicionamento, ou aprendizagem de “sabor coadjuvante” pode ajudar as crianças a gostarem de legumes e verduras, demonstrando resultados animadores. No estudo, depois de serem alimentadas com brócolis adoçado, as crianças passaram a gostar do brócoli comum (sem açucar).
Outra forma de preferência por aprendizagem vem da sinalização fisiologica positiva após ingestão. Voltando ao exemplo do refrigerante, a glucose/açúcar envia uma mensagem positiva para o cérebro, porque essa é a sua principal fonte de energia. Mas você pode obter uma mensagem semelhante após consumir alimentos mais nutritivos. Dai, comer um prato com file de frango, arroz integral e brocolis pode vir a ser “um dos maiores prazeres da vida”. Mas essa mundança é demorada e precisa persistir para senti-la.
Tabém podemos gostar de determinados alimentos pela exposição repetida. Ao nos expormos repetidamente a praticamente qualquer tipo de estímulo, adquirimos uma familiaridade que gera o oposto do desprezo. Um estudo de 2010 mostrou que a degustação repetida por legumes fez com que um grupo de crianças passasse a gostar deles. E eu acredito que os mesmos métodos funcionem com adultos, mesmo sem ter encontrado um estudo semelhante com adultos.
Outra fator que podemos mudar é em relação ao nosso “limiar de paladar”, pois nós temos diferentes limites de satisfação com sabores. Estes limites podem ser determinados por um fator fisiológico (diferenças individuais de números e funcionamento de nossas papilas gustativas) tornando-nos mais ou menos sensíveis aos gostos, mas também com o tempo podemos nos acostumar com determinados níveis de doçura e salinidade. Por exemplo, se você tem o costume de toda vez bater o saleiro por cima da comida ja temperada, quando for experimentar uma dieta hipossódica vai achar a comida “sonsa”, por isso é muito relativo.
Eu por exemplo já cortei o açúcar da dieta, e hoje em dia não consigo mais comer meia colher de brigadeiro que já acho enjoativo.
As industrias de alimentos estão enfrentando a necessidade de reduzir o sal, açúcar e gordura de seus produtos, e as mais inteligentes já tem feito isso por conta própia de forma gradual já há algum tempo, pois o que acontece se você fizer isso de repente? As pessoas não iriam gostar mais de seus produtos. Mas executando a mesma mudança de forma gradual a longo prazo é possivel haver uma adaptação.
E para finalizar, não podia deixar de falar do problema de tempo e disposição, já que nosso estilo de vida moderno, correria do dia a dia, deixamos de parar pra pensar e escolher opções mais nutritivas, e acabamos optando, sem perceber, por opcões rapidas e de elevado teor calorico. A comida e nossas refeições, tornaram-se mais uma “problema” que temos que resolver. A solução é mudança de habitos, planejamento, saber escolher os alimentos, criando um ambiente em que acabamos comendo melhor e isso reflita em nossa sensaçao de bem estar e prazer, virando modo de vida e uma “dependencia”.
Uma forma é deixar disponiveis apenas opções saudáveis ao nosso alcance, preparando receitas saudaveis que podem ser congeladas e usadas durante toda a semana.
MUDAR NOSSOS HÁBITOS, NOSSA ROTINA.
Referencias:
• Sabor umami: http://exame.abril.com.br/
• Estudo de 2006: http://eetonderzoek.nl/
• Estudo de 2010:
http://
• Estudo de 2011 pras referencia http://www.nejm.org/doi/
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quarta-feira, 27 de março de 2013
Pascoa! O que fazer para evitar o exagero.
Ola! Tudo bem?Vocês sabem que não sou a favor de focarmos no peso em balança e nem termos ele como primeiro comparativo, mas a foto impressiona e é um tanto engraçada né?
Minhas dicas para a páscoa podem ser utilizadas em outras datas comemorativas ou simplesmente nos finais de semana!
1ª. Não exagere! Só porque teremos final de semana prolongado, descanso, isso não deve ser relacionada ao exagero em comida e muito menos em comidas mais calóricas, essa atitude somente trará a ressaca alimentar na segunda feira pós feriado, aquela sensação de barriga estufada, peso, mal estar e casaco excessivo.
2ª. Continue se alimentando a cada 3 horas e ingerindo bastante ÁGUA para facilitar o controle da ansiedade e da compulsão, principalmente pelos doces.
3ª. Não comer chocolate? Claro que você “Pode” comer seu chocolatinho, mas não acabe com seu ovo em um dia ou não fique se enganando comendo um pedacinho de cada vez e ao final de dois dias acabar com as duas metades. Controle-se e escolha os melhores horários para saboreá-lo, logo após as grandes refeições (almoço e jantar), assim fica mais fácil controlar a quantidade ingerida ou prefira consumir logo após a atividade física ou só porque é feriado, sábado ou domingo que é folga/férias e não se deve praticar atividade física? Você não tomará banho nesses dias? Então porque não fazer pelo menos 30 minutos de caminhada? RELACIONE PRAZER à atividade física escolhendo a mais prazerosa para você, assim encontrará alegria e bem estar e não simplesmenete a obrigação!
4ª. Chocolates meio amargo (70 a 80% de cacau) sem adição de açúcar ou Barrinhas de proteínas são as melhores escolhas para quem não consegue deixar de comer o chocolatinho, mas também não quer " sair" da dieta. Gosto muito das marcas importadas () e das nacionais (Probiotica - Choko crunch ou Wafer - http://
5ª. Mantenha-se motivado e focado sempre! Pratiquem Hábitos saudáveis!
Ótima Páscoa a todos
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